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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Fotos do mosquito da dengue

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Diversos, Fotos

Fotos do mosquito da dengue
O mosquito da dengue parece ser inofensivo pelo seu tamanho minúsculo que não causa medo para nenhum ser humano, mas como muitos dizem tamanho não é documento para seres humanos e para insetos, e esse inseto pode ser minúsculo mais transmite uma doença grande que ninguém gostaria de contrair por causa dos fortes sintomas.
Foto do mosquito da dengue
Aedes Aegypti é o nome desse mosquito temido pelos seres humanos, porque em alguns estados brasileiros está tendo muitos casos de pessoas picadas pelo mosquito da dengue que poderia ser inofensivo.

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Esses mosquitos da dengue se reproduzem em grande escala em focos de água parada que normalmente é encontrado em vários locais, nos pneus, garrafas, caixas de água, vasos de plantas estão na lista de criadouros desse mosquito, um mosquito que está se reproduzindo de forma descontrolada em muitos estados brasileiros. Os brasileiros que não quiserem sentir cada sintoma ruim causado pelo mosquito da dengue devem seguir as orientações dos agentes da vigilância sanitárias, e quem não deixar esses agentes entrar na casa vai pagar uma multa que não é tão atraente.
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Essas pessoas que não sabem muito da aparência desse mosquito da dengue podem ver algumas fotos da internet, com essas fotos da para identificar um mosquito da dengue que causa um estrago muito grande na saúde das pessoas, depois que identificar deve fazer de tudo para eliminar criadouros desse mosquito da sua casa e tentar eliminar criadouros desse mosquito das casas vizinhas.
Mosquito da DengueFotos do Mosquito da dengue


A dengue é transmitida para o homem através da picada do mosquito Aedes aegypti (aēdēs do grego “odioso” e ægypti do latim “do Egipto”). Mais conhecido como mosquito da dengue, ele pertence a uma espécie de mosquito da família Culicidae proveniente de África e que já pode ser encontrado por quase todo o mundo, com mais ocorrências nas regiões tropicais e subtropicais, sendo dependente da concentração humana no local para se estabelecer.
O mosquito da dengue (Aedes aegypti) é o vector de doenças graves, como o dengue e a febre amarela, e por isso o controle de sua reprodução é considerado assunto de saúde pública.
O Aedes aegypti é um mosquito que se encontra ativo e pica durante o dia, ao contrário do Anopheles, vector da malária, que tem atividade crepuscular (durante o amanhecer ou anoitecer) tendo como vítima preferencial o homem.
Mosquito da Dengue
O mosquito da dengue tem cerca de 0,5 cm de comprimento, é preto com pequenos riscos brancos no dorso, na cabeça e nas pernas e suas asas são translúcidas. (Imagem: Emílio Goeldi)
De difícil controle, já que seus ovos são muito resistentes e sobrevivem vários meses até que a chegada de água propicia a incubação, o mosquito da dengue deposita seus ovos em diversos locais e rapidamente se transformam em larvas, que dão origem às pupas, das quais surge o adulto. Assim como na maioria dos demais mosquitos, somente as fêmeas se alimentam de sangue para a maturação de seus ovos; os machos se alimentam apenas substâncias vegetais e açucaradas.
Os ovos dos mosquitos são depositados normalmente em áreas urbanas, em locais com pequenas quantidades de água limpa, sem a presença de matéria orgânica em decomposição e sais. Em função disso, a água é ácida. Normalmente, eles escolhem locais que estejam sombreados e em zonas residenciais. Por isso, é importante não deixar objetos com água parada dentro de casa ou no quintal. Sem este ambiente favorável, o aedes aegypti não consegue se reproduzir. Ver formas de prevenção da dengue.
Ciclo Mosquito da Dengue (Aedes Aegypti)
Ciclo Mosquito da Dengue (Aedes Aegypti)
O mosquito da dengue pode ser encontrado nas regiões tropicais de África e da América do Sul, chegando à Ilha da Madeira, em Portugal e ao estado da Flórida nos Estados Unidos da América. Nesta área, a presença do mosquito está diminuindo em virtude da competição com outra espécie do mesmo gênero, o Aedes albopictus. Porém o A. albopictus também é um vetor da dengue, bem como de vários tipos de encefalite equina. A competição entre as duas espécies ocorre devido ao fato de a fêmea do A. aegypti se acasalar tanto com o macho de sua espécie quanto com o macho do A. albopictus que é mais agressivo e, sendo de outra espécie, gera ovos inférteis, reduzindo assim a população de A. aegypti. No Brasil, o único mosquito que transmite a dengue é o A.aegypti.
O mosquito da dengue (Aedes aegypti) é sensível a repelentes baseados no composto N,N-dietilmetatoluamida.
A dengue é transmitida pela fêmea do Aedes Aegypti. Seu ciclo de reprodução do ovo-ovo é de 10 dias.  Quando o mosquito nasce, ela passa por quatro estágios de crescimento, que podem durar oito dias no total. Depois ela se transforma em pupa, estágio que dura, aproximadamente, dois dias. Depois de sair da pupa, o mosquito adulto já pode se reproduzir e botar ovos, quando o ciclo se reinicia.
Classificação
  • Ramo: Arthropoda (pés articulados);
  • Classe: Hexapoda (três pares de patas);
  • Ordem: Diptera (um par de asas anterior funcional e um par posterior transformado em halteres);
  • Família: Culicidae;
  • Gênero: Aedes.
O mosquito da dengue (Aedes Aegypti)  é menor que os mosquitos comuns, tem, em média, 0,5 cm de comprimento. Ele é preto com pequenos riscos brancos no dorso, na cabeça e nas pernas. Suas asas são translúcidas e o ruído que produzem é praticamente inaudível ao ser humano.
O macho alimenta-se de frutas ou outros vegetais adocicados. Já as fêmeas se alimentam de sangue animal, principalmente humano. É no momento que está retirando o sangue que a fêmea contaminada transmite o vírus da dengue para o ser humano. Na picada, ela aplica uma substância anestésica, fazendo com que não haja dor na picada.
As fêmeas costumam picar o ser humano no começo da manhã ou no final da tarde. Picam nas regiões dos pés, tornozelos e pernas. Isto ocorre, pois costumam voar a uma altura máxima de meio metro do solo.
Confira documentário sobre o mosquito da dengue (Aedes Aegypti)
Última atualização: 03/02/2011

Leia mais: http://www.combateadengue.com.br/mosquito-da-dengue/#ixzz1suO53BUj

Dengue: O que fazer ??? 01.04.2008


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O que é a dengue

A dengue é uma das mais importantes viroses (doenças causadas por vírus).
 Nos países de clima tropical, as condições do meio-ambiente favorecem o desenvolvimento e  a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, seu principal transmissor.

Causador e transmissor
O causador da dengue é um vírus, mas seus transmissores – chamados tecnicamente de vetores – são mosquitos do gênero aedes, popularmente conhecidos como pernilongo da dengue. Este inseto tem algumas características que podem facilitar seu reconhecimento: - É escuro e rajado de branco; - É menor que um pernilongo comum; - Pica durante o dia; - Desenvolve-se em água parada e limpa; O MOSQUITO JÁ ESTÁ SE ACOSTUMANDO A ÁGUA SUJA TAMBÉMNão há transmissão por contato direto de um doente ou de suas secreções para uma pessoa sadia, nem através da água ou alimento. Em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas. Período de incubaçãoVaria de 3 a 15 dias após a picada pelo mosquito, sendo, em média, de 5 a 6 dias.Sintomas

Os sintomas da dengue são:
- Dor de cabeça e nos olhos;
- Febre alta (muitas vezes passando de 40 graus);
- Dor nos músculos e nas juntas;
- Manchas avermelhadas por todo o corpo;
- Falta de apetite;
- Fraqueza;
- Em alguns casos, sangramento de gengiva e nariz.

Tratamento

A pessoa com dengue deve ficar em repouso, beber muito líquido e só usar medicamento para aliviar as dores e a febre, sempre com indicação do médico.
Para quem já teve dengue uma vez, o cuidado deve ser redobrado. Em uma segunda contaminação, as chances são maiores de a doença evoluir para a forma hemorrágica, que pode ser mortal
.
A pessoa com dengue não pode tomar remédios à base de ácido acetil salicílico, como por exemplo, aspirina, AAS, Melhoral, Doril, Sonrisal, Alka-Seltzer, Engov, Cibalena, Doloxene e Buferin. Eles podem facilitar o sangramento. Como a doença causa muita dor no corpo, em geral, as pessoas procuram analgésicos. É importante para o doente evitar antiinflamatórios, pois facilitam o sangramento.

Como evitar a doença


A única maneira de evitar a dengue é não deixar o mosquito nascer. Para isso, é necessário acabar com os “criadouros” (lugares de nascimento e desenvolvimento do mosquito). Portanto, não deixe a água, mesmo limpa, ficar parada em qualquer tipo de recipiente como:
 
- Garrafas;
- Pneus;
- Pratos de vasos de plantas e xaxim;
- Bacias;
- Copinhos descartáveis.
 
Também não se esqueça de tapar:
 

- Caixas d’água;
- Cisternas;
- Tambores;
- Poços;
- Outros depósitos de água.

Dicas

- Misture uma colher de chá de água sanitária com um litro de água e borrife nas plantas de sua casa. A mistura não faz mal às plantas e mata o mosquito da dengue;

- Lave bem os pratos de plantas e xaxins, passando um pano ou bucha para eliminar completamente ovos de mosquitos. Uma boa solução é trocar a água por areia molhada nos pratinhos;
- Limpe calhas e lajes das casas;
- Lave bebedouros de aves e animais com escova ou bucha e troque a água pelo menos uma vez por semana;
- Guarde as garrafas vazias de cabeça para baixo, em local abrigado;
- Fure latas e pneus;
- Jogue no lixo copos descartáveis, tampinhas de garrafas e tudo o que acumula água.
O lixo deve ficar o tempo todo fechado.  
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NOTÍCIAS: 
DENGUE – Paracetamol em excesso é tóxicoParacetamol é o nome genérico do tylenol.   É  uma  substância  que exige um  esforço  do  fígado para metabolizá-la.   A  diferença  entre  a dose terapêutica e a tóxica é muito pequena diz o infectologista da UFRJ, Edmilson Migowski.Segundo a Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos, um adulto  saudável  deve ingerir, no máximo, quatro gramas de paracetamol por dia. Para crianças, a dose recomendada é de cem miligramas por quilo de peso. Mas  o  mais  seguro  é  consumir o mínimo possível – ressaltou Migowski.

O excesso pode causar hepatite medicamentosa. Luiz  Querino Caldas, coordenador-médico do Centro de Controle de Intoxicação da UFF, alerta para um dado que pode estar sendo ignorado pelas estatísticas: Hepatite  tóxica  mata  rapidamente,  adultos  e  crianças.
Ela pode ser a verdadeira causa de vários óbitos atribuídos ao dengue.
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Borra de café elimina o mosquito Aedes
Uma cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, do Instituto de Biociências da UNESP (campus de São José do Rio Preto), durante a pesquisa da sua dissertação de mestrado, descobriu que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes aegypti.
O processo é extremamente simples: o mosquito pode ser combatido colocando-se borra de café nos pratinhos de coleta de água dos vasos, no prato  dos xaxins, dentro das folhas das bromélias, etc.A borra de café, que é produzida todos os dias em praticamente todas as casas tem custo zero. O único trabalho é o de colocá-la nas plantas, inclusive sendo jogada sobre o solo do jardim e quintal.
Os especialistas em saúde pública, entre eles médicos sanitaristas, estão saudando a descoberta de Alessandra, uma vez que, além da ameaça da Dengue 3, possível de acontecer devido às fortes enxurradas de final de ano, surge outra ameaça, proveniente do exterior: a da  Dengue tipo 4.Conforme explica a bióloga, 500 microgramas de cafeína da borra de café por mililitro de água bloqueia o desenvolvimento da larva no segundo de seus 4 estágios e reduz o tempo de vida dos mosquitos adultos.
Em seu estudo ela demonstrou que a cafeína da borra de café altera as enzimas esterases, responsáveis por processos fisiológicos fundamentais como o metabolismo hormonal e da reprodução, podendo ser essa a causa dos efeitos verificados sobre a larva e o inseto adulto.A solução com cafeína pode ser feita com duas colheres de sopa de borra de café para cada meio copo de água, o que facilita o uso pela população de baixa renda e pode ser aplicada em pratos que ficam sob vasos com plantas, dentro de bromélias e sobre a terra dos vasos, jardins e hortas.O mosquito se desenvolve até mesmo na película fina de água que às vezes se forma sobre a terra endurecida dos jardins e hortas, também na água dos ralos e de outros recipientes com água parada (pneus, garrafas, latas, caixas d’água etc.).
“A borra não precisa ser diluída em água para ser usada”, destaca a bióloga. Pode ser colocada diretamente nos recipientes, já que a água que escorre depois de regar as plantas vai diluí-la. Ou seja: ela recomenda que a borra de café passe a ser usada, também, como um adubo ecologicamente correto.Atualmente, o método mais usado no combate ao Aedes aegypti é o da aspersão dos inseticidas organofosforados, altamente tóxicos para homens, animais e plantas.(Alessandra Laranja – Bióloga do Instituto de Biociências da UNESP – São José do Rio Preto)
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Fernando Mineiro – fmineiro@uai.com.brCoordenador do GruPan
Grupo de Apoio aos Portadores do Transtorno do Pânico – Belo Horizonte – MG
Fone/Fax: (0XX31) 3487-2669
Autor do livro: “Tenho a Síndrome do Pânico, mas ela não me tem!” 
Veja a sinopse e como adquiri-lo na página:
http://www.gold.com.br/~mineiro e ou http://gold.br.inter.net/mineiro
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Recusa de planos em atender dengue é ilegal
Disque-dengue vai operar 24 horas por dia

Os planos de saúde são obrigados a atender os casos de dengue. Há denúncias de que as operadoras têm se recusado a realizar o exame e fornecer o tratamento necessário, encaminhando o paciente a hospitais públicos. Ou seja, o consumidor que vem pagando mês a mês o seu plano encontra-se desprotegido nesta situação de emergência.
Porém, segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS) e a Fundação Procon-SP – órgão de defesa do consumidor ligado ao governo estadual -, esta prática é abusiva e os planos devem garantir atendimento ao segurado.
No Rio de Janeiro, o Ministério Público (MP) Federal instaurou um processo administrativo para apurar as denúncias que vêm recebendo. Caso sejam verdadeiras, o MP entrará com uma ação civil pública contra este procedimento abusivo. Em nota oficial, a Agência Nacional de Saúde (ANS) confirma a obrigação dos laboratórios de análise das operadoras a realizar os exames, assim como cumprir as internações solicitados pelos médicos conveniados. Do contrário, a Agência poderá aplicar multa de até R$ 50 mil.Ainda segundo a ANS, tanto os contratos novos – firmados após a lei de 1998 que regulamenta o setor de saúde – como os contratos antigos devem garantir o tratamento.
Ao negar a cobertura, as operadora argumentam que podem excluir atendimento nos casos de calamidade, epidemia e doença de notificação compulsória – doenças de controle do Estado. No entanto, a técnica da área de saúde do Procon-SP, Hilma Araújo dos Santos, garante que não pode haver negativa por causa disso.
“A cláusula para exclusão do tratamento da dengue deve ser considerada abusiva”. Consumidor deve denunciar Hilma enfatiza que o consumidor deve denunciar o plano de saúde e obrigar a operadora a fornecer o atendimento necessário. No caso de contratos antigos, pode pedir nulidade da cláusula abusiva na Justiça. Mas, em primeiro lugar, ela aconselha tentar negociar com a operadora. Se houver recusa, ligar para o disque-denúncia da ANS, no 0800-701-9656 ou enviar um e-mail (veja endereço do site no link abaixo).
Outra medida seria ir a um dos postos de atendimento do Procon com o contrato do plano e o pedido de exame assinado pelo médico conveniado. Vale lembrar que se o caminho for o judiciário para pedir a nulidade de cláusula abusiva, o consumidor tem o benefício do Juizado Especial Cível nas ações cujo valor da causa não ultrapasse 40 salários mínimos (R$ 7,2 mil). Até 20 salários (R$ 3,6 mil), a presença do advogado está dispensada e, acima destes valores, o processo é encaminhado à Justiça comum.(O Estado de São Paulo 22 de Fevereiro de 2002)
Fernando Mineiro

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A DENGUE TEM CURA SIM!DENGUE TEM CURA!

Autor: Radjalma. Cabral de Lima – CRM  AC 626.
Caros Irmãos, Saúde.

Tenho acompanhado no noticiário a situação em que se encontra minha terra natal  – Rio de Janeiro – devido a uma epidemia de dengue e estou oferecendo minha contribuição:Quando estava morando em Maceió, Alagoas, estive sendo monitor da ANEDE na unidade Princesa Mariana, naquela época, trabalhei em plantões nos finais de semana em um hospital da Cooperativa Pindorama, bem próximo da cidade de Penedo, ribeirinha ao São Francisco, quase em sua foz. Encontrei uma epidemia de dengue numa comunidade rural, onde a medicação não era suficiente, solicitei ao motorista da ambulância que me levasse ate uma casa onde havíamos visto uma bonita plantação de cravos amarelos, colhemos uma boa quantidade de folhas levamos até o hospital de Pindorama, solicitei que a cozinheira preparasse um litro de chá e comecei a consultar.  
Todos os casos em que havia dor muscular ou articular generalizada com febre, independentemente do diagnóstico, orientei a enfermagem (perplexa), que ministrasse goles do chá ainda morno, ao mesmo tempo em que solicitei que a cozinheira continuasse preparando mais chá, conforme a necessidade. 
Diante da curiosidade de todos, ainda mais perplexos ao perceber que apos as duas primeiras horas de atendimento as pessoas já não estavam mais com queixas; ao final da maratona reuni a equipe, agradeci a colaboração e informei que sou membro de uma instituição beneficente, onde existe uma  entidade de preservação ecológica e que este serviço que faço com as ervas é em nome desta Associação Novo Encanto. Ao final de três semanas não havia mais uma epidemia de dengue e sim uma epidemia de cravo nos jardins, Situação semelhante aconteceu no ano em que trabalhei no PSF em Caruaru – Pernambuco.
Atualmente, há dois anos estou em Rio Branco – Acre, Trabalhando também com medicina comunitária, onde quando responsável pela população do bairro Mauri Sérgio (900) famílias, nossa equipe dominou a epidemia de dengue em menos de um mês. Transferido ao bairro Vitória, com a nova equipe e em parceria com a Pastoral da  Criança, nossa equipe  conseguiu também dominar a epidemia em curto espaço de tempo. Já comuniquei a diversas autoridades a respeito, a imprensa tem feito reportagem mostr um caso da doença em nossa área de abrangência; mas não sei o que se passa na cabeça das autoridades que resistem em implementar  método, onde não ha despesas, é ecologicamente correto e ainda contribui na melhora do nível de saúde e cultura do povo. Continuo informando que é um trabalho beneficente da ANEDE.

Ai está meu testemunho, minha contribuição, e venho pedindo ao nosso Divino Mestre que Continue nos iluminando no sentido de acompanha-lo.Obs.: O cravo amarelo apresenta tons variados chegando ao dourado, suas folhas são compostas, com cheiro inconfundível, muito utilizado para afugentar moscas em velórios, que lhe valeu o apelido de Cravo de Defunto. Não encontrei nenhum caso de intoxicação, recomendo 10 folhas compostas em um litro de água nos casos mais simples e 10 folhas em meio litro de água nos casos graves. Melhores resultados são obtidos com o chá morno tomado aos goles  seguidamente até o desaparecimento dos sintomas, o que não tem ultrapassado 2 horas.  Chá fervido. No momento, a Secretaria Estadual de Saúde me designou a trabalhar também em plantões no Hospital de Pronto Socorro desta capital, onde continuo prescrevendo nos casos suspeitos e confirmados, além da medicação convencional, também o mesmo chá.Saúde a todos, fraternalmente, Radjalma. Cabral de Lima – CRM  AC 626.Neste caso é a colaboração da equipe da Coordenadoria da ANEDE no Acre e Seringal.

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PROVAS DO SUPRACITADO
RESPOSTA DO DR. Radjalma AO FERNANDO MINEIRO
Caro Irmão Fernando Mineiro, o conteúdo refere-se a verdade, tenho título de pos-graduação em Fitoterapia fornecido pela Universidade Federal de Pernambuco e venho me dedicando ao estudo do valor medicinal das ervas, e por trabalhar com população de baixa renda, venho incentivando o programa idealizado pelo Doutor Matos da UFCE, denominado Farmácias Vivas.Me congratulo com seu grupo de trabalho, sei o quanto é importante, porque passei mais de seis meses por dentro da situação do pânico.   
Hoje vejo que a deficiência de lipídeos de alto valor biológico na alimentação altera o metabolismo cerebral, um bom auxílio é o consumo de LECITINA DE SOJA. O laboratório Naturalis distribui um folheto que trata do assunto.
Saúde e Felicidade a todos, 
 
SAL GROSSO CONTRA A DENGUE                         

Layla – agente de saúde                               
Recebido de Carlos Palma – Portugal                                            http://planeta.clix.pt/agorafobiadepressao/ 
Meu nome é Laylla, sou agente de saúde, faço vistoria e palestras sobre dengue e gostaria de informar que pode-se utilizar também sal grosso nos ralos (uma vez por semana/ 1 colher de sopa). O sal ficará depositado no fundo do ralo e liberará a salinidade aos poucos, mantendo a água sempre salgada, o que evita que a fêmea do mosquito coloque seus ovos. Por falar nisso, muitas pessoas acham que os ovos são colocados na água, e na verdade, eles são colocados na parede do recipiente, na parte seca; esses ovos ( aproximadamente 400 ovos em cada postura) são extremamente resistentes, podem ficar grudados por mais ou menos um ano, no dia em que entrarem em contato com a água, eclodirão e darão ínicio ao ciclo (larva, pupa, mosquito).
Por isso, é importante que cada pessoa se conscientize e faça uma vistoria em sua própria casa: verifique os pratos aparadores das plantas, mantenha a caixa d’água fechada e bem vedada, limpe as calhas periódicamente, cuide dos ralos, procure por latas, potes, frascos, garrafas, pneus, copos descartáveis, que possam estar esquecidos no quintal e são possíveis criadouros e – importante – quanto mais informação as pessoas tiverem, mais fácil será a prevenção da doença, portanto, procure o serviço de saúde da sua cidade e peça esclarecimentos.

Fernando Mineiro – fmineiro@uai.com.br 
Coordenador do GruPan Grupo de Apoio aos Portadores do Transtorno do Pânico – Belo Horizonte – MG  -  Fone/Fax: (0XX31) 3487-2669
Autor do livro: “Tenho a Síndrome do Pânico, mas ela não me tem!” 
Veja a sinopse e como adquiri-lo na página: http://www.gold.com.br/~mineiro e ou http://gold.br.inter.net/mineiro 

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